segunda-feira, 18 de junho de 2018

NO MA, BOLSONARO MOSTRA DESPREPARO E DIZ QUE NÃO TEM PLANO DE GOVERNO

Cumprindo agenda em São Luís, o pré-candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), mostrou um discurso retrogrado em que apenas afirmava que iria trabalhar para tirar o governador Flávio Dino do poder e acabar com “esse negócio de comunismo”; sobre propostas para o país ou plano de governo, afirmou que ninguém tem até o momento e que geralmente isso é uma peça de ficção

O pré-candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), cumpriu agenda em São Luís, na quinta-feira (14), e mostrou seu despreparo para a corrida presidencial deste ano.

Bolsonaro foi recepcionado por simpatizantes no Aeroporto Marechal Cunha Machado, concedeu entrevista coletiva, participou de um ato político no Multicenter Sebrae e, à noite, jantou com a classe empresarial em um hotel na área nobre de São Luís.

Em todas as oportunidades, Bolsonaro deixou de mostrar suas propostas para criticar o governador Flávio Dino (PCdoB) afirmando que vai trabalhar para tirá-lo do poder. “Se o povo quer mudar, tem que tirar da cabeça esse negócio de comunismo”, disse o deputado tido como preconceituoso.

Sobre suas propostas reais para o Brasil e sobre seu Plano de Governo, Bolsonaro desconversou e afirmou que ninguém tem plano de governo até o momento e que geralmente isso é uma peça de ficção encomendada junto a um marqueteiro.

Os eventos de Bolsonaro não foram acompanhados por nenhum deputado federal ou estadual. Presidentes de partidos políticos também não compareceram aos eventos do presidenciável.

A passagem de Bolsonaro pelo Maranhão foi marcada por momentos de críticas raivosas e poucas propostas para o Brasil.
Público lota Arraial da Maria Aragão em noite de apresentações locais e nacionais

O espaço integra o São João de Todos, parceria entre Prefeitura de São Luís e Governo do Estado e reuniu uma multidão no segundo dia da festa que prossegue até o dia 1º de julho, com programação diária das 18h às 01h

Uma multidão assistiu à programação que teve como ponto alto o show de Flávia Bittencourt e convidadosMais de 20 mil pessoas estiveram presentes neste sábado (16), segundo dia de programação do Arraial da Praça Maria Aragão, segundo estimativas da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão. A noite foi repleta de apresentações com grupos de dança do boiadeiro, tambor de crioula e bumba boi dos sotaques de costa de mão e matraca, além do show da cantora Flávia Bittencourt e seus convidados: Alceu Valença, Nando Cordel e Lena Machado. O arraial integra o São João de Todos, parceria entre Prefeitura de São Luís e Governo do Estado.

"Preparamos essa grande festa para acolher ludovicenses e turistas que vêm prestigiar o São João e já no segundo dia de evento vemos o Arraial da Maria Aragão lotado, superando as expectativas de público para a noite. Para nós é uma satisfação ver o resultado da gestão com esse retorno positivo do público e estamos empenhados para fazer comque São Luís continue tendo um dos melhores São João do Brasil", destacou o secretário municipal de Cultura, Marlon Botão.

A primeira apresentação da noite ficou por conta do Tambor de Crioula Mirim Arte Nossa, composto por crianças da Rua da Palma, Centro Histórico de São Luís. Logo depois, foi a vez do grupo Country Cowboy de Ouro. A terceira apresentação da noite foi do boi de costa de mão da Soledade, sotaque homenageado no São João de Todos 2018. Em seguida, se apresentou o grupo alternativo Novilho Branco.

SHOW
Com a Praça Maria Aragão e parte do Largo dos Amores lotados, a cantora maranhense Flávia Bittencourt adentrou o palco do arraial e levantou a multidão presente com composições de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Donato Alves (Boi de Axixá), João do Vale e Chico Maranhão. Em seguida, foi a vez dos convidados com a maranhense Lena Machado, e os pernambucanos Nando Cordel e Alceu Valença.

O show apresentado por Flávia no palco da Maria Aragão foi gravado ao vivo por uma equipe de filmagens da cantora e deve ser editado e transformado em DVD. "Nem tem como descrever a emoção que estou vivendo nessa noite", declarou a artista minutos antes de se apresentar.

Nando Cordel, por sua vez, recordou sucessos como "Você endoideceu Meu Coração" e "É de dá Água na Boca", que ecoaram pela Avenida Beira-Mar com o coro de vozes de ludovicenses emocionados com o desempenho de um artista nordestino tão querido pelo público. "Volto já, São Luis", disse o artista na despedida do palco.

Alceu Valença celebrou o retorno à São Luís, onde já fez shows outras vezes, com a belíssima "Girassol". O público cantou e dançou essa composição e todas as demais que vieram a seguir. Muito bem humorado, o cantor antes da apresentação, comentava entre jornalistas sobre a importância das festas de São João para a economia. "Movimenta o comércio. Os comerciantes ambulantes podem faturar também, é uma beleza", afirmou.

"La Belle de Jour", "Anunciação" e "Tropicana" também entraram no repertório de Alceu servido ao público da Maria Aragão. No final da apresentação, o artista fez questão de ressaltar que tinha sido convidado pela cantora Flávia para participar do DVD que ela estava preparando e passou o microfone para a anfitriã.

A família Ribeiro era só elogios às apresentações. "Foi uma noite perfeita, as músicas são verdadeiros hinos da nossa nação nordestina. A gente sente um orgulho ao cantar e dançar. Alceu foi maravilhoso e muito simpático com o público", comentou o pai João da Cruz Ribeiro.

O casal Sávio Lúcio Araújo e Ana Cleide Bispo também elogiaram os shows. "Gostamos de tudo. Só queria que o Alceu e o Nando Cordel tivessem cantando mais algumas canções, pois são artistas que realmente empolgam e as músicas são lindas. Excelente a iniciativa de juntar cantores nacionais com os locais", ressaltou Ana Cleide.

ARRAIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL

O sábado (16) também foi dia de outra atividade com iniciativa da Prefeitura de São Luís, o "Arraial contra o Trabalho Infantil", que integra 18 atividades do município que serão realizadas durante o mês de junho nos arraias, com o objetivo de sensibilizar e alertar a população sobre a situação da criança diante do trabalho infantil.

"Estamos trazendo uma temática muito importante para o desenvolvimento do nosso país e da nossa cidade, o combate ao trabalho infantil. Com orientação do prefeito Edivaldo, cedemos o espaço na programação junina do Arraial da Maria Aragão para que pudéssemos reforçar esta campanha com a participação das famílias e usando a cultura como mote principal de transformação social", contou o gestor da Secult, Marlon Botão.

As crianças do Tambor de Crioula Mirim Arte Nossa participaram da ação. "Trabalhamos a inclusão social das crianças por meio do tambor de crioula, porque entendemos que é preciso salvaguardar os meninos e meninas carentes de situação de exploração do trabalho infantil, que é habito, infelizmente, ainda visto em algumas casas em nossa cidade", afirma Simei Dantas, coordenadora do grupo que contempla 80 crianças do Centro Histórico de São Luís.

PROGRAMAÇÃO
O Arraial da Maria Aragão se estende até o dia 1º de julho, com programação diária das 18h às 01h. Neste domingo (17) se apresentam os grupos Cacuriá Mirim Rabo de Saia, Coco Pirinã, a Dança Aliança Portuguesa, Bumba Boi de Upaon Açu, show com a Banda Forró Vinil, Boizinho Barrica e o Boi Brilho da Ilha. Na Arena do Forró, quem comanda o arrasta-pé são as bandas Bom Demais e Pé no Chão.

Na segunda-feira (18), a programação será especial em alusão ao Dia Nacional do Tambor de Crioula. A partir das 14h, no Auditório da Praça Maria Aragão, a Secult apoia o projeto do Mestre Paulo 'Tambor de crioula e seus mestres: Ensinando e aprendendo', que fará uma roda de conversa com mestres, mestras e coreiras, além de apresentação de vídeos dos grupos e uma roda de tambor.

Às 19h, no tablado do Arraial da Maria Aragão, se apresentam os grupos: União de São Benedito (Mestre Felipe), Turma dos Crioulos, Cravo e Rosa de São Benedito, Tambor de Leonardo, Unidos Venceremos, Oriente, Maranhão (Mestre Basílio), Juventude de São Benedito, Tijupá e Aruanda.

A programação da noite segue com Companhia Encantar, Show Marajunino, Boi Capricho do Povo (Baixada) e Boi Brilhoso do Sol e Mar (orquestra). Na Arena do Forró, shows com Forró Pé de Moleque e Zeca Melo, a partir das 20h.
As mulheres na eleição

Apesar de suas esquisitices, a eleição deste ano é particularmente importante para as mulheres brasileiras.


Como eleitoras, serão 52% do universo de votantes, maioria que valorizará o voto feminino. Como candidatas, disporão pela primeira vez de instrumentos que podem atenuar a nossa vergonhosa sub-representação política: nas eleições legislativas, além da cota de 30% das candidaturas para mulheres, os partidos terão que destinar a elas o mesmo percentual de tempo de televisão e de recursos do fundo eleitoral que financiará as campanhas.

Começo pelas eleitoras. Nas pesquisas, as mulheres são maioria entre os eleitores indefinidos, desconfiados ou decepcionados que declaram não ter candidato ou admitem votar em branco ou nulo, o chamado não-voto. Isso significa que estão sendo mais exigentes e vão decidir racionalmente, quando conhecerem melhor os candidatos e suas possibilidades. No último Datafolha, na pesquisa espontânea, o não-voto alcançou 46%, índice composto por 54% de mulheres e 38% de homens.

A modalidade espontânea mostrou, ainda, que o candidato Jair Bolsonaro terá dificuldades para crescer entre as mulheres. Ele obteve 12% de preferência total, mas alcançou 18% entre os homens e apenas 6% entre as mulheres. Para cada três eleitores, conta com apenas uma eleitora. O voto em Lula é mais equilibrado: 9% entre elas e 10% entre eles. A barreira feminina contra Bolsonaro reaparece na pesquisa estimulada. Seu índice de 17% é composto por 23% de preferência entre homens contra apenas 11% entre mulheres. Lula, no mesmo cenário, obtém 30% de preferência total, sendo de 31% as mulheres e 29% entre os homens. Quando Lula não aparece na cartela, o não-voto sobe de 17% para 28%, com as mulheres respondendo por 33% e os homens por 23%.

Entre os outros candidatos, elas são maioria nítida apenas entre os eleitores de Marina Silva, que cresce, entre as mulheres, de 11% para 17% quando Lula é excluído da cartela. Em relação aos demais há empate ou prevalência do voto masculino, caso muito claro em relação a Ciro Gomes. Estes recortes sugerem que as mulheres preferem Lula e Marina, não gostam de Bolsonaro e quando as que integram o não-voto se definirem, poderão fazer diferença.

Agora vamos à busca do voto pelas mulheres que, embora sendo maioria na população e no eleitorado, ocupam apenas 11,3% das cadeiras no Congresso, o que coloca o Brasil num humilhante 152º lugar em representação política feminina no mundo. Nas assembleias legislativas não é muito diferente. Nas Câmaras de vereadores o quadro é um pouco melhor, com elas alcançando em média 13%. Embora a lei das cotas partidárias seja de 1997, os 30% tornaram-se obrigatórios só a partir de 2010. O número de candidatas aumentou, mas o de eleitas, não. Em 2014, quando a primeira mulher, Dilma Rousseff , foi eleita presidente, 6.470 mulheres disputaram o pleito mas apenas 177 foram eleitas, segundo o TSE.

Um dos motivos para o pífio resultado das cotas foi sempre a falta de acesso ao financiamento, que era bancado por empresas. Os homens que mandam nos partidos acertavam (hoje sabemos em que bases) as doações de empresários e distribuíam o dinheiro como queriam. Em 2014, as mulheres ficaram com apenas 11% dos recursos. Agora, com o financiamento público e a reserva de 30% dos recursos para mulheres, haverá mais equidade na disputa. A bancada do Bolinha revoltou-se, mas seria preciso aprovar uma lei para reverter a decisão do TSE, e é tarde para isso.

Os partidos sempre burlaram a cota lançando “candidatas laranja”. As mulheres foram 85% entre os 18,5 mil candidatos que receberam menos de dez votos em 2014. Se a burla se repetir, pode neutralizar a grande chance que teremos este ano de reduzir a gritante desigualdade de gênero na política. E combater a burla depende mais das próprias mulheres do que da lei.

É uma injustiça comigo e com o povo brasileiro, diz Lula ao Granma

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu uma entrevista exclusiva ao Granma, principal jornal cubano. O teólogo Frei Betto foi o intermediário entre a reportagem e Lula, levando as perguntas à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde o ex-presidente está detido há mais de dois meses, e transcrevendo suas respostas.Ao longo de seu governo, Lula estreitou relações do Brasil com os demais países da América Latina
A reportagem destaca as leis e projetos sociais dos governos petistas que permitiram tirar da pobreza mais de 30 milhões de brasileiros, resultado que respalda Lula como favorito para ganhar a eleição presidencial de 2018.

A entrevista, segundo o jornalista cubano Elson Concepción Pérez, que assina o texto, é "um valioso material que agrega valor aos leitores cubanos e também àqueles de todo o mundo".

Leia trechos:

Como candidato à presidência do Brasil com o maior apoio popular e que todas as pesquisas indicam como favorito, como você classifica esta perseguição e prisão a que foi submetido?

É um processo político, uma prisão política. O processo contra mim não aponta um crime, nem há provas. Eles tiveram que desrespeitar a Constituição para me prender. O que está se tornando cada vez mais transparente para a sociedade brasileira e para o mundo é que eles querem me tirar das eleições de 2018. O golpe em 2016, com a retirada de um presidente eleito, indica que eles não admitem que as pessoas votem em quem quiserem votar.

A prisão tem sido, para muitos líderes presos pelo simples fato de lutar pelo povo, um lugar de reflexão e organização de ideias para continuar a luta. No seu caso, como você enfrenta esses primeiros dias, já que não consegue entrar em contato com as pessoas?

Estou lendo e pensando muito, é um momento de muita reflexão sobre o Brasil e principalmente no que tem acontecido nos últimos tempos. Estou em paz com a minha consciência e duvido que todos os que mentiram contra mim durmam com a tranquilidade com que durmo. Claro que eu gostaria de ter liberdade e estar fazendo o que fiz durante toda a minha vida: diálogo com as pessoas. Mas estou ciente de que a injustiça que está sendo cometida contra mim também é uma injustiça contra o povo brasileiro.

Quão importante é saber que em todos os estados brasileiros há milhares de compatriotas a favor de sua libertação?
A relação que tenho construído ao longo de décadas com o povo brasileiro, com as entidades dos movimentos sociais, é de muita confiança e é algo que eu aprecio, porque na minha carreira política sempre insisti em nunca trair essa confiança. E eu não trairia essa confiança por nenhum dinheiro, por um apartamento, por nada. Foi assim antes de ser presidente, durante a presidência e depois dela. Então, para mim, essa solidariedade é algo que me empolga e me encoraja a permanecer firme.

Como definir o conceito de democracia imposto por um patrono da oligarquia para descartar os líderes de esquerda e que não ocupam o poder?
A América Latina viveu nas últimas décadas seu momento mais forte de democracia e conquistas sociais. Mas recentemente as elites da região estão tentando impor um modelo onde o jogo democrático só é válido quando eles ganham, o que, claro, não é democracia. Então é uma tentativa de democracia sem povo. Quando não sai do jeito que eles querem, eles mudam as regras do jogo para beneficiar a visão de uma pequena minoria. Isso é muito sério. E estamos vendo isso, não só na América Latina, mas em todo o mundo, um aumento da intolerância e perseguição política. Isso aconteceu no Brasil, na Argentina, no Equador e em outros países.

Que mensagem você envia para todos aqueles que, no Brasil e no mundo, são solidários com você e exigem sua libertação imediata?

Eu agradeço toda a solidariedade. É necessário estar em solidariedade com o povo brasileiro. Desemprego aumenta, mais de um milhão de famílias voltaram a cozinhar com lenha por causa do aumento do preço do gás de cozinha, milhões que deixaram a miséria não estão mais comendo, e até mesmo a classe média perdeu emprego e renda.
O Brasil estava em uma trajetória de décadas de progresso democrático, de participação política e junto com os avanços sociais, que se aceleraram com os governos do PT, que venceram quatro eleições consecutivas.

Eles não atacaram apenas contra o PT. Eles não me prenderam apenas para prejudicar Lula. Eles o fizeram contra um modelo de desenvolvimento nacional e inclusão social. O golpe foi feito para eliminar os direitos dos trabalhadores e aposentados, conquistados nos últimos 60 anos. E as pessoas estão percebendo isso. E vamos precisar de muita organização para voltar a ter um governo popular, com soberania, inclusão social e desenvolvimento econômico no Brasil.

domingo, 17 de junho de 2018

Eliziane Gama demonstra força política e lota evento de lançamento de sua pré-candidatura ao Senado!




A deputada federal Eliziane Gama (PPS), demonstrou força política ao lançar a sua pré-candidatura ao Senado Federal no sábado (16), no Rio Poty Hotel, bairro da Ponta d´areia em São Luís. Ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB), do vice Carlos Brandão (PRB) e do outro pré-candidato ao Senado Federal, Weverton Rocha (PDT), a parlamentar declarou que deseja manter sua trajetória na política defendendo o Maranhão no Congresso Nacional.

Com dois mandatos de deputada estadual e um de deputada federal, Eliziane Gama apontou elementos que comprovam a capacidade técnica e política dela para representar o Maranhão na Câmara alta do parlamento brasileiro.

Durante o sua fala, Eliziane Gama emocionou o público presente ao relembrar a sua trajetória de vida. Menina pobre nascida no interior do Maranhão que veio a São Luís realizar o sonho de ter um curso superior e se formou em jornalismo na Universidade Federal do Maranhão.

“É uma oportunidade às mulheres, às minorias, às indígenas, aos quilombolas, às crianças, aos idosos. Foi para eles que, durante toda minha vida parlamentar, estive trabalhando”, destacou.





Além da classe política, Eliziane Gama foi prestigiada por representantes de movimentos sociais como a União das Mulheres do Estado do Maranhão (UBM), com o qual a deputada se comprometeu em defender os direitos das mulheres maranhenses (uma bandeira que já faz parte de sua trajetória parlamentar), sindicalistas e demais seguimentos dos movimentos sociais, quilombolas e indígena. Além do presidente da Convenção das Assembleias de Deus do Maranhão, Pedro Aldir, estiveram presentes vários pastores e representantes cristãos de outras denominações religiosas.



  







Força política e dos movimentos sociais marca o lançamento da pré-candidatura do professor odair josé



O lançamento da pré-candidatura do professor Odair José (PCdoB) foi um termômetro de como será sua pretensa candidatura e campanha para deputado estadual: com força, energia, e muito apoio do campo político e de segmentos sociais. O evento aconteceu na noite de sexta-feira (15), no Espaço Gaia, na Ponta d’Areia, com a participação de centenas de pessoas.



O professor Odair José foi recebido com muita festa e alegria pelos seus convidados e apoiadores. Muito requisitado pelo público, antes da abertura do ato, o pré-candidato participou de uma extensa sessão de fotos com boa parte dos convidados.


Em seu discurso, Odair relembrou sua trajetória política, iniciada na União da Juventude Socialista (UJS), participando de muitos movimentos da época, na qual já tinha como atividade principal a luta na construção de um Brasil e de um Maranhão melhores. O pré-candidato agradeceu aos membros da mesa do ato de lançamento, um a um, pela presença, pelo apoio e contando um pouco de sua história de ligação com cada um deles. 


Destacou sua atuação como acadêmico de matemática da Universidade Federal do Maranhão, dos dois mandatos como presidente do Simproesemma, da tarefa importante que lhe foi delegada pelo governador Flávio Dino de comandar a Comissão Central de Licitação do Estado e do atual desafio de se lançar pré-candidato a deputado estadual.

Odair avaliou com otimismo a sua pré-candidatura. “Ainda é a pré-candidatura, mas, com a força e apoio de todos vocês, será a candidatura. E mais, será o mandato. O nosso mandato. 

Será um mandato inspirado nas grandes mudanças que o nosso governador Flávio Dino vem trazendo ao estado do Maranhão. Será um mandato para melhorar ainda mais o que já tem sido feito pelo nosso governador, não só na educação, mas em todas as áreas, principalmente no campo social!”, disse Odair.

Outras falas foram unânimes em destacar as qualidades de Odair José para ser um bom representante da sociedade, especialmente da educação, no poder legislativo estadual. Deram contribuição no discurso positivo sobre a pré-candidatura o pré-candidato a deputado federal e presidente do diretório estadual do PCdoB, Marcio Jerry; o vice-prefeito de São Luís e presidente do diretório municipal do PCdoB, professor Júlio Pinheiro; o deputado federal Julião Amin (PDT), também pré-candidato a reeleição; o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), Raimundo Oliveira e o secretário de Estado da Igualdade Racial, Gérson Pinheiro.

Também enalteceram as qualidades do professor Odair José como boa opção para representação legislativa o presidente da Unegro, Antônio Moreira; o vice-presidente do diretório estadual do PCdoB, Egberto Magno; o prefeito de Anajatuba, Sidney Pereira; o presidente da Associação das Pessoas com Deficiência, Mauro Dias; o presidente da Fundação Maurício Grabois, Fábio Palácio; presidenta estadual da União de Mulheres Brasileiras (UBM), Thays Campos, e o sub-secretário de Estado da Educação, Danilo Moreira.


REPRESENTATIVIDADE NA EDUCAÇÃO

O presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, destacou a importância da representatividade de Odair José a classe da educação pública. “Não querendo desmerecer membros de outras áreas, mas só alguém que viveu e vive as nossas lutas pode representar a educação em nosso estado, e Odair José é essa pessoa. Pela sua história no Sinproesemma, pela sua história na educação. Nosso governador Flávio Dino o escolheu para fazer parte do seu time na CCL e mais uma vez Odair demonstrou toda a sua competência, e é por isso que ele é uma grande escolha para representar a educação e o povo maranhense!”

Também participaram da mesa de lançamento o secretário de Esportes de São Luís, Romeo Amin, o presidente atual da CCL, Luís Carlos; o ex-vereador de São Luís, Paulo César; a ex-secretária de Estado da Mulher, Laurinda Pinto; a chefe da Assessoria do Governador Flávio Dino, Joslene Rodrigues, e a sub-secretária de Estado de Saúde, Carla Trindade. 

MAIS APOIOS 

Lideranças de diversos bairros de São Luís, como da área Itaqui Bacanga, dos municípios de Raposa, Rosário, São José de Ribamar, Itapecuru-Mirim, Anajatuba, Miranda do Norte, entre outros também compareceram ao ato, reafirmando apoio à pré-candidatura do professor Odair José.


Fonte: ASCOM

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Sob críticas, governo pode redistribuir verbas para Esporte e Cultura


Depois da pressão de atletas, artistas e entidades, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que o governo pode rever os percentuais destinados aos prêmios de loterias como forma de recompor parte dos orçamentos dos ministérios do Esporte e da Cultura. As pastas perderam recursos com a edição da Medida Provisória nº 841. A equipe econômica avalia se a alteração está de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Na proposta enviada ao Congresso, está previsto aumentar o prêmio da loteria de 43% para 50% do valor arrecadado. Para minimizar as reclamações sobre o corte de recursos repassados aos ministérios – que vieram inclusive dos próprios titulares das pastas –, a ideia seria reduzir esta elevação para 47% a 48%, de acordo com Jungmann. Assim, a diferença seria redirecionada para o Esporte e a Cultura.

“Estamos estudando subir um pouco menos os valores destinados ao prêmio e fazer a redistribuição de recursos. Isso está sendo negociado junto ao Palácio do Planalto e é uma ideia para atenuar o desconforto dos ministérios”, disse Jungmann, ao Valor.

O ministro tentou minimizar as críticas dos ministros Sérgio Sá Leitão (Cultura) e Leandro Cruz (Esporte) à Medida Provisória, que esvazia de recursos as duas áreas. Segundo ele, “é natural” a queixa diante da perda de recursos.

Ele ressaltou que isso é uma consequência do teto de gastos, que estabelece uma restrição constitucional na trajetória da despesa pública. Trata-se de algo que diversos economistas e parlamentares já alertavam ao combaterem a aprovação da medida, que impõe cortes a políticas públicas e preserva ganhos de rentistas.

“Com o teto de gastos, nós não temos como fazer uma suplementação como a gente fazia anteriormente. Para você ampliar a dotação de uma área você tem que tirar de outra”, afirmou o ministro, revelando o impasse gerado pelo teto de gastos.

A MP tem sido alvo de crítica por todos os lados, em especial pelo fato de “implodir” o orçamento do Esporte e da Cultura. Em manifesto, o setor esportivo denunciou que ela “condena” o esporte brasileiro. “Não concordamos com a prática do atual governo, que nos impõe quais direitos podemos usufruir. É dever do governo garantir todos os direitos de seus cidadãos”, diz.

O texto destaca ainda que a redução da criminalidade e da violência – razão de existir da MP – passa pela melhoria da educação, a redução da desigualdade e a geração de emprego, “políticas com as quais o esporte só tem a contribuir”.

O próprio ministro da Cultura emitiu nota na qual afirmoava que reduzir os recursos da política cultural é, na verdade, um incentivo à criminalidade, não o oposto. “Mais cultura significa menos violência e mais desenvolvimento”, defendeu.