sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

MÉLENCHON DESCREVE ‘BRASIL NOJENTO’ APÓS CONDENAÇÃO DE LULA




Político francês Jean-Luc Mélenchon, candidato da esquerda à presidência no país em 2012 e 2017, classificou como "nojenta" a situação do Brasil após a condenação do ex-presidente Lula pelo TRF4; em post no Facebook, ele resumiu: "Brasil nojento: os corruptos que governam o Brasil de assalto condenam Lula a 12 anos e 1 mês de prisão em segunda instância. Um escândalo fomentado pelo bandido Temer, um presidente corrupto até a medula, que já havia derrubado a presidente Dilma Rousseff com a cumplicidade do Judiciário"; Mélenchon também assinou o manifesto Eleição Sem Lula é Fraude


247 - Jean-Luc Mélenchon, candidato da esquerda nas últimas eleições francesas e também em 2012, classificou como "nojenta" a situação do Brasil após a condenação do ex-presidente Lula em segunda instância.

Em post no Facebook, o político francês diz que a condenação de Lula foi fomentada pelo "bandido" Michel Temer, "um corrupto até a medula", que já havia derrubado Dilma Rousseff com o auxílio do Judiciário.

Mélenchon ressalta que o objetivo da condenação de Lula era tirar o ex-presidente da corrida eleitoral, uma vez que ele lidera todas as sondagens de votos para 2018. Para o líder do movimento França Insubmissa, essa situação é uma negação da democracia e prova que os corruptos liderados por Temer e os EUA governam o Brasil sem nenhum tipo de freio.

Confira a íntegra do texto postado pelo político francês no Facebook:

Brasil nojento: os corruptos que governam o Brasil de assalto condenam Lula a 12 anos e 1 mês de prisão em segunda instância. Um escândalo fomentado pelo bandido Temer, um presidente corrupto até a medula, que já havia derrubado a presidente Dilma Rousseff com a cumplicidade do Judiciário.

O objetivo é evitar que Lula seja candidato novamente, já que ele lidera todas as pesquisas para as eleições presidenciais de outubro. Uma negação da democracia! Os corruptos e os EUA governam o Brasil sem limites. É necessária a ação popular.

Fonte: 247

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