quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

LULA COLOCARIA QUALQUER NOME NO SEGUNDO TURNO





Caso seja impedido judicialmente de concorrer à Presidência devido à perseguição judicial de que é vítima, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria capaz de levar qualquer candidato para o segundo turno; nova pesquisa do Datafolha mostra o petista como o melhor cabo eleitoral do Brasil, com um alto potencial de transferência de votos: 27% votariam com certeza em quem ele indicar e 17% poderiam votar no nome apoiado por ele; na lanterna, Michel Temer representa o "beijo da morte" para seus aliados, com 87% afirmando que não votariam no candidato que tiver seu apoio


A nova pesquisa de intenção de votos do Datafolha mostra que o ex-presidente Lula conseguiria levar qualquer candidato para o segundo-turno das eleições presidenciais de 2018.

Além de liderar em todos os cenários, vencendo com facilidade qualquer candidato, o petista ainda se apresenta como o melhor cabo eleitoral do Brasil, com um alto potencial de transferência de votos. 44% dos eleitores votariam em um candidato indicado por ele: 27% votariam com certeza em quem ele indicar, e outros dizem 17% poderiam votar.

O poder da indicação de Lula -apelidado, na política, de "dedaço"- é considerado o grande ativo do PT caso a perseguição judicial impeça a candidatura de Lula.

Outros potenciais padrinhos teriam dificuldade em turbinar as campanhas de seus afilhados.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) teria influência certa sobre 11% dos eleitores e possivelmente sobre outros 22%. Já 64% dos entrevistados rejeitariam a indicação feita pelo tucano, que governou o país entre 1995 e 2002.

Nada que se compare, no entanto, à fragilidade do atual presidente na transferência de votos.

Michel Temer (MDB) é o cabo eleitoral mais impopular nos cenários apresentados pelo Datafolha: 87% afirmam que não votariam no candidato que tiver seu apoio.

Apenas 4% escolheriam esse nome e mais 8% disseram que poderiam seguir a indicação.

As informações são de reportagem de Bruno Boghossian na Folha de S.Paulo.

Fonte: 247

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