segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Avião que estaria transportando cocaína para o Maranhão é apreendido no Piauí A Polícia Militar do Piauí informou que a aeronave seguia do município de Altamira no Pará para o Maranhão sendo conduzido por coordenadas geográficas.




Um avião foi apreendido na última sexta-feira (26) com grande quantidade de droga no município de Barreiras do Piauí (837 km no extremo Sul do Estado). Segundo o secretário de Segurança Pública do Piauí, Fábio Abreu, há indícios de que avião teria como destino ao Maranhão. Até o momento foram contabilizados 210 quilos de cocaína pura e a expectativa é que mais possa ser encontrada.

A Polícia Militar do Piauí informou que a aeronave seguia do município de Altamira no Pará para o Maranhão sendo conduzido por coordenadas geográficas. “Em algum momento ele se equivocou nessa rota e acabou entrando no Piauí. Como eles não tinham combustível suficiente para voltar e o avião estava muito pesado, ele chegou a arremessar drogas para fora da aeronave ainda durante o pouso”, explicou o coronel Alberto Menezes, comandante de operações da Polícia Militar.

Dentro do avião foram localizados seis sacos grandes de cocaína e dentro de cada saco 30 tabletes. “Esta pode ser a maior apreensão de cocaína já registrada devido a sua grande quantidade”, relatou o coronel

Duas pessoas foram presas, o piloto, identificado pela Polícia como Nagib Brito de Aquino, 53 anos, natural de Belém-PA, e também fiscal do Ministério da Agricultura, Ângelo Augusto Ribeiro Boechat Lopes, que disse ser o dono da droga.

O delegado geral, Riedel Batista, destacou que o avião estaria em rota clandestina para o tráfico. “Tudo indica que o piloto iria pousar em pista clandestina ou fazenda da região. Eles procuram ‘rota caipira’ que utilizam fazendas de agronegócio para o tráfico de droga”.

Segundo Riedel Batista a aeronave tem capacidade para carregar 100 kg de drogas e que foram localizadas cerca de 60kg de cocaína no avião. “Vários pacotes foram jogados de cima e geralmente eles colocam localizadores para depois serem encontrados”.

Fonte: Jornal Pequeno

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