quarta-feira, 8 de novembro de 2017

PARALISAÇÃO NACIONAL: Barragem do Bacanga vai fechar nessa sexta feira (10)

Em defesa dos direitos dos trabalhadores e da educação, o SINPROESEMMA convoca os educadores e sociedade para a mobilização nacional


Em defesa dos direitos dos trabalhadores e da educação, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) convoca todos os educadores para a luta e paralisação, nesta sexta-feira, 10 de novembro. A mobilização é nacional, com apoio de todas as entidades que organizam trabalhadores em todo o Brasil.

São Luís, a concentração vai acontecer a partir das 7h da manhã, na Barragem do Bacanga, na Avenida dos Portugueses, quando educadores se unem a estudantes, sindicalistas e outras categorias, em um só coro: contra a reforma da Previdência, dizendo não à nova lei trabalhista, contra a venda dos bens nacionais, contra o trabalho escravo e contra os ataques à educação brasileira.

“Estamos chamando a atenção para essa manifestação com o objetivo de mobilizar a categoria, o conjunto dos trabalhadores e a sociedade para mais esse grande ato de resistência em defesa dos direitos da população e contra as maldades desse governo golpista que se opõe ao trabalhador e à trabalhadora de todo o país e do nosso estado. Direitos esses que estão sendo atacados por esse governo que trabalha a favor da direita e contra o povo desse país”, pontuou o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira.

Oliveira destaca ainda o papel importante do sindicato no fortalecimento da luta nacional contra as medidas do governo Temer. Segundo ele, que dirige o maior sindicato de trabalhadores do Maranhão, a cada agressão do governo Temer aos direitos dos brasileiros, aumenta a necessidade da participação da sociedade e da união dos movimentos sociais e centrais sindicais na luta contra o retrocesso e a retirada de direitos.

Para a secretária de Representação dos Núcleos Municipais do Sinproesemma, Janice Nery, é importante que a população se mobilize contra as reformas, em especial contra a reforma da Previdência, que visa acabar com a aposentadoria em geral, forçando homens e mulheres a trabalharem em regime de escravidão.

“Tudo isso demonstra que o pensamento do governo golpista é estabelecer no Brasil o trabalho escravo, o fim da aposentadoria especial para os trabalhadores em educação, o fim da aposentadoria para todos os setores e a derrubada dos direitos históricos, conquistados com muitas lutas, além de entregar as riquezas do país para o capital estrangeiro. Então, é importante que sociedade e os trabalhadores participem. Nós temos que defender o que é nosso, o nosso país a nossa soberania”, destacou Janice Nery.

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