quinta-feira, 27 de julho de 2017

Sinproesemma participa de manifestação no prédio da Justiça Federal, contra o governo golpista e suas reformas

Centrais sindicais, movimentos sociais e sindicatos ocuparam, ontem quarta-feira (26), o Fórum Ministro Carlos Alberto Madeira, para protestar contra a retirada de direitos trabalhistas e previdenciários e pedir a saída do presidente Michel Temer.
O ato contou com a participação de dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), que se somaram a metalúrgicos, rodoviários, trabalhadores rurais, estudantes e outros segmentos insatisfeitos com o retrocesso nos direitos.



Os pontos centrais da manifestação foram a reforma trabalhista, já sancionada pelo presidente, as propostas para Previdência, que aumentam o tempo de contribuição e extinguem a aposentadoria especial do magistério, além das decisões seletivas da Justiça Federal.

Segundo o presidente estadual da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Joel Nascimento, a escolha da Justiça Federal como local da manifestação busca criticar a atuação do judiciário, cujas ações condenam, sem provas, o ex-presidente Lula, e, por outro lado, libertam o senador Aécio Neves (PSDB), acusado com dezenas de provas. “O papel da justiça é zelar pela Constituição e não fazer política”, criticou Joel.

Para o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, a manifestação foi exemplo de cidadania, pois expressou a insatisfação dos trabalhadores com os rumos da política nacional e ainda demonstrou que a juventude também está na luta contra o retrocesso.



Na opinião do professor Oliveira, a Justiça deve se posicionar acerca da retirada de direitos. “Essa manifestação tem o sentido simbólico. A Justiça Federal tem que fazer seu papel e acabar com os ataques aos trabalhadores”, afirmou.



Representando o interesse dos educadores das redes municipais, a secretária de Representação dos Núcleos Municipais, Janice Nery, cobrou empenho dos trabalhadores na elaboração de atividades que visam conscientizar a população e contrapor o discurso do empresariado. “As elites estão se organizando para promover a retirada de direitos. Por isso, precisamos intensificar o nosso processo de mobilização”, ressaltou.





Fonte: Sinproesemma com edição do blog

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