quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Intolerância e ataques à comunistas são cada vez mais frequentes

Arquivo: Intolerância política corpos dos dirigentes do PCdoB assassinados no aparelho da Lapa Iconographia

Lamentavelmente em nome de meia dúzia de antidemocratas o ódio tem motivado o retrocesso e o esfacelamento do sentido de República no país. O revanchismo, o egoísmo, a cobiça e a voraz sede do poder pelo poder, têm alimentado o ódio de classes, em nome de um desejo desmedido de extermínio de um um grupo político e uma parcela da sociedade indesejada, sejam nordestinos, gays, indígenas, negros, beneficiários de programas sociais do governo, gente que passou a ser perseguida pelo simples fato de defender o que acredita, seja religião, política ou mesmo opção sexual.

À exemplo os últimos acontecimentos com membros do Partido Comunista do Brasil (PC do B),  o fato poderia ter ocorrido com qualquer outro partido A ou do B, mas o que parece claro, que os comunistas agora são a bola da vez, é que eles, (os donos da razão), abriram a temporada de caça à democracia e querem assassinar a República brasileira com atos que envergonham a nação, lamentável!!

O Ministro de justiça se manifestou após mais um ataque à comunistas registrado, desta vez o fato ocorreu quanto simpatizantes do ex- presidente Lula se reuniram em frente ao Fórum em São Paulo para prestar solidariedade, Lula iria depor sobre o caso do apartamento triplex em Guarujá (SP), nesta quarta 17. O confronto começou após uma mulher ter sido atingida com uma pedra na cabeça, os comunistas foram agredidos,  aparentemente um fato "normal", durante um confronto entre manifestantes, isto, se não tivesse acontecendo fatos quase que simultâneos com membros do partido, é o que denuncia a deputada Luciana Santos (PE), segundo a parlamentar, quatro fatos em menos um mês, tiveram como vítimas membros do partido, duas deputadas sofreram atentados, um sindicalista  e um prefeito foram assassinados.

 Episódios estranhos, e trazem à toda o medo,  insegurança e o fantasma do  general Emílio Garrastazu Médici, quando inúmeras pessoas foram perseguidas e mortas por motivação política. A  situação deve ser no apurada, é o que garantiu  o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante entrevista.



                 

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