terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Governo Alckmin: A falsa sensação de tranquilidade deve levar à um efeito colateral

Segundo Geraldo Alckmin, não vai haver racionamento
O problema da falta de água é mundial e no Brasil a situação não é diferente. Na verdade é preocupante! Uma recente amostra do trágico cenário que nos aguarda caso providências urgentes não sejam tomadas, acontece no sudeste do país, mais especificamente em São Paulo e deveria deixar em alerta a população. Sim, o povo! Pois o governo, parece querer tapar o sol com a peneira no que diz respeito à medidas no sentido de incentivar a economia da água. 

Segundo Geraldo Alckmin, não vai haver racionamento, como se às obras gigantescas e de altíssimos custos, fossem suficientes para resolver o problema.

É bem verdade que o nível do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de mais de 6 milhões de pessoas e que é bom lembrar, tem operado com a segunda, cota do volume morto, subiu, segundo dados da Sabesp divulgados na última quarta-feira (18). Um aumento de 0,6 ponto percentual e chegou a 8,9%. O Sistema Cantareira não é o único a ter elevação no nível, Alto Tietê, Guarapiranga, Alto Cotia, sistemas Rio Grande e Rio Claro, também tiveram aumento dos níveis. 

Outra questão, que contribuiu esta semana para acabar de vez com a possibilidade da economia programada, foi a descoberta de uma nova porção de água no sistema Cantareira, do que seria a quarta porção do volume morto. O suficiente para o governador sem noção, diluir de vez a hipótese de racionamento. Mas os especialistas alertam, para a euforia. Apesar do aumento dos níveis, essa pequena elevação está longe de ser uma melhora significativa.

A situação pode ficar ainda mais grave a partir de março, quando termina a estação das chuvas no Sudeste. E a ligeira sensação de tranquilidade deve dar lugar às medidas extremas, para controlar a crise, alertam. A cegueira tomada pela sensação de popularidade, impede o governo Alckmin de se prevenir e, impele a população ao caos. A falsa sensação de tranquilidade  deve levar à um efeito colateral. A população pode voltar, a esquecer as torneiras ligadas, tomar longos banhos e por aí vai... Tudo construído até o momento, às custas da iminência da desordem, pode literalmente correr de encontro ao ralo.

Quantos estados, cidades já convivem com racionamento? Mas o governo das grandes "ideias" e de obras mirabolantes e milionárias, prefere literalmente pagar pra ver. Pagar com o dinheiro do povo, é claro! 

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