segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Polícia Federal investigará origem de boatos contra Flávio Dino espalhados pelo Whatsapp


A coligação “Todos pelo Maranhão” prepara ação para investigar a origem de boatos envolvendo o nome do candidato Flávio Dino (PCdoB). Nos últimos dias, inúmeras mensagens enviadas pela rede de “Whatsapp” do Maranhão levaram frases que, de acordo com o texto, teriam sido ditas pelo candidato. A coordenação da campanha pedirá hoje à Polícia Federal que entre no caso. 

Segundo a coordenação da campanha, as mensagens disparadas com frases atribuídas a Flávio Dino foram planejadas para espalhar uma “rede de boatos” envolvendo o nome do candidato, que lidera as pesquisas de intenção de voto. Para Márcio Jerry, representante legal da coligação “Todos pelo Maranhão” composta por 9 partidos, a prática deve ser investigada com rigor. 

“O uso de mentiras e boatos é típico da campanha desesperada de um grupo político que está na iminência de perder o poder,” afirmou Márcio Jerry, que revelou ainda detalhes da ação que será movida na Polícia Federal e no Ministério Público Eleitoral para identificar os autores das mensagens. 

Segundo a coligação, os autores responderão pelo crime previsto no Código Eleitoral, no artigo 323. “Divulgar, na propaganda, fatos que sabe inverídicos, em relação a partidos ou candidatos e capazes de exercerem influência perante o eleitorado”. A pena prevista na lei é de prisão de 2 meses a 1 ano. 

Nesta segunda (25), a coligação encaminhará aos órgãos de investigação as mensagens que vêm sendo espalhadas pelas redes sociais. Em uma mensagem que circula nos celulares, aparecem frases entre aspas que foram atribuídas ao candidato em ataques à classe médica. Dino negou ter dito qualquer uma delas e pediu aos internautas que, a partir de suas redes sociais, desmintam a “rede de intrigas” criada pelos seus adversários. 

Em contraposição, apoiadores de Flávio Dino fazem o trabalho de divulgar as verdadeiras propostas de Flávio Dino para a classe médica. Entre elas, estão a defesa de uma carreira de estado para os médicos, criar vagas nos cursos de Medicina no estado para diminuir o déficit de atendimento, regionalizar o atendimento aos pacientes e por fim à corrupção na Secretaria de Saúde, ampliando investimentos no setor.

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